Barbie pelo mundo: América do Sul | Venezuela e Argentina

Diversos países sul-americanos produziram Barbies durante os anos 80 a 90, porém a maioria das bonecas lançadas eram exatamente idênticas às versões vendidas nos Estados Unidos. As Barbies brasileiras (que já apresentamos) se destacaram exatamente por diversas vezes serem totalmente diferentes das bonecas produzidas em qualquer outro país; apesar de pouco conhecidas existem Barbies produzidas nos países vizinhos que também impressionam pela autenticidade.

A Venezuela produziu alguns exemplares muito originais que em alguns aspectos representam o povo e a cultura do país.

Dream Glow Barbie (Sueño de Estrellas) / Dream Glow Ken (Sueño de Estrellas) (1986): Apesar desta Barbie ter sido lançada nos EUA em versões caucasian, hispanic e AA e Ken nas versões caucasian e AA, as versões venezuelanas são consideradas únicas no mundo já que utilizaram head molds diferentes das versões distribuídas em todos os outros países. Apesar disso, as fotos das caixas não correspondem com os bonecos venezuelanos.

Crédito da imagem: barbievenezuela.blogspot.com


Tropical Miko (1986): Apesar desta amiga de Barbie ter sido lançada em diversas partes do mundo, a versão venezuelana era morena enquanto a dos outros países era oriental.

Crédito da imagem: andora_isadrew/Flickr

Llanera Barbie (1987): Barbie usa uma roupa que representa a mulher de uma região do país conhecida como Región de Los Llanos. Existiram algumas variações nas estampas como podem ser vistas na foto.

Crédito da imagem: ivanlextor/Flickr

Miss Barbie Reina de Belleza (1987): Em um país com tradição nos concursos de Miss era de se esperar que Barbie exerceria esta função.

Crédito da imagem: den268/eBay

Jean Ken (1988): Nesta versão Ken usa um traje inspirado no tecido jeans.

Crédito da imagem: http://www.manbehindthedoll.com

Mi Primera Bailarina Barbie (1988): Lançada nas versões loira e negra, nas caixas das duas versões as fotos eram da boneca loira.

Crédito da imagem: andora_isadrew/Flickr

Fantasia de Novia Barbie (1989): Barbie também teve versões noivas exclusivas que encantaram as crianças venezuelanas.

Crédito da imagem: ivanlextor/Flickr

Wet’n Wild Withney (1989): Esta amiga da Barbie só ficou conhecida na Venezuela.

Crédito da imagem: steffiedolls.wetpaint.com

Agua Marina Barbie (1990): Barbie representa uma das pedras preciosas mais comuns na América do Sul.

Crédito da imagem: ivanlextor/Flickr

Barbie Tradiciones Venezolanas – El Joropo (2011): Inspirada em um estilo musical típico da Venezuela e Colômbia, o Joropo, esta Barbie foi lançada como a primeira de uma série que representa as tradições da Venezuela, porém até o momento não temos conhecimento de novos lançamentos desta coleção.

Crédito da imagem: alexa19702/Flickr

Argentina

Rock Star Barbie (1985): Diferente da versão original que vestia cor-de-rosa, esta Barbie argentina se veste de vermelho para tocar com sua banda.

Crédito da imagem: JUANKMACHO/Fotolog

Rock Star Kenny (1985): Ken era conhecido como Kenny na Argentina. Este boneco é loiro e tem cabelos implantados na versão vendida nos Estados Unidos.

Crédito da imagem: http://www.manbehindthedoll.com

Jewel Secrets Kenny (1988):  Mais um “Kenny” cuja versão argentina tem o rosto diferente da distribuída em outros países. Clique e compare com a versão dos EUA.

Crédito da imagem: http://www.manbehindthedoll.com

Felices Fiestas Barbie (1990): Ela é praticamente uma Holiday, porém exclusiva da Argentina.

Crédito da imagem: ENRIKE KIESLICH/Flickr

E você, conhece mais algum país da América do Sul que produziu Barbies diferentes das vendidas no restante do mundo? Comente!

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15 comentários sobre “Barbie pelo mundo: América do Sul | Venezuela e Argentina

  1. Hello from Spain: in the 80s in my country Congost company was responsible for creating the Barbies for Spain. As in your country, the Barbies were very similar to the U.S. but changed clothes, accessories … never were identical … Keep in touch

  2. Eu tiro duas barbies: a Miss Barbie Reina de Belleza e a Mi Primera Bailarina Barbie. A primeira tem uma beleza ímpar das comumente pruduzidas no final dos anos 80, morena, ou brunette, como dizemos, e com um sorriso lindo. A segunda é interessante pq não é nenhuma amiga da barbie e sim á própria, e també bem diferente das AAs da época.

    1. Artur, a única coleção Fashionistas que achei bem bonita foi a primeira lançada. Esperava que nas próximas fossem criados temas e novidades porém o que vi foram só variações do mesmo tema, repetição de acessórios e uso de itens cada vez mais baratos. Sinceramente acho que o único atrativo nesta coleção são os corpos articulados, porém nos personagens masculinos já estão substituindo por um híbrido com pernas rígidas o que vai só empobrecendo a série cada vez mais. Espero que os admiradores da série playline não me levem a mal, afinal de contas esta é apenas uma opinião pessoal. Mas sinceramente prefiro as collectors; para mim é preferível comprar menos bonecas (já que o valor é maior), do que comprar várias que não me agradem 100% (no caso a maioria das playlines atuais). O único item da coleção Fashionistas que eu comprei foi o closet pois achei bem legal e tem o preço muito mais acessível que o da série The Barbie Look.

    2. Artur, sobre sua pergunta, vi imagens da nova coleção – inclusive queridos colecionadores e leitores do blog como são os casos do Abel e do Jhonny me alertaram a respeito – e sinceramente estou gostando cada vez menos delas. Concordo com o André na questão do diferencial do corpo articulado, que isso em muito atrai uma série de colecionadores, que as compram para fazer rebody ou por colecionar especificamente as Fashionistas, mas no que diz respeito aos fashions e acessórios, a qualidade só tem diminuído. Não entrarei no mérito dessa discussão, porque já debatemos esse assunto inúmeras vezes aqui, mas de todas as apresentadas da nova coleção a que gostei foi a Raquelle (em um traje branco/prateado) e da Nikki. Não curti as mechas com fios de outra cor, porque parece que com o tempo isso pode se desgastar ou sofrer algum outro dano, mas de modo geral só a Raquelle e Nikki me atraíram. As outras achei que os trajes trazem cores até exageradas em alguns momentos, ou mesmo acessórios repetidos, o que cansa e desanima muitos colecionadores.
      Enfim, espero que em breve a fabricante se dê conta de um descontentamento que vem sendo gerado por parte do público, no que diz respeito à qualidade dos produtos da linha Playline e lancem mais produtos inovadores, cativando a atenção de colecionadores que não se sentem mais tão atraídos por itens dessa linha, apesar do custo-benefício.

  3. Mas as da Estrela dão um banho nestas da Top Toys e a da Venezuela.

    Só um detalhe, queridos André e Sami: essa Joropo é da Mattel, não? Por favor me corrijam se eu estiver errado.

    Bjs e abraços a vocês.

  4. Nos anos 80, a Mattel não exercia muito controle sobre suas licenciadas, afinal nem tinha como né. As mudanças muitas vezes eram até por questões de produção (diga-se barateamento de custos), e claro, tinham que atender as necessidades locais (nem tudo que era bom pros EUA ou Europa funcinonaria por estas bandas).Esse foi o caso da mudança de nome do Ken para Bob nos primórdios da Estrela. Reunir mais dessas exclusividades leva tempo, pois infelizmente as informações são escassas. Bela iniciativa, se eu ver alguma coisa separo e mando depois. Beijos!!

    1. Obrigada Pedro, Matnel, Katia, Fashion Doll, Marta, Barbiera, Artur, Mark, Alê Campos, André e Sandrinha pelos comentários. Seria interessante se ao menos em datas consideradas significativas para esses países a Mattel, em parceria com as fabricantes locais, fizessem edições especiais comemorativas, reforçando os laços característicos das culturas de cada região representada. Sei que muitas dessas fabricantes perderam a licença de produção da Mattel concedida e que talvez também por este motivo as produções se concentrem apenas com a detentora maior da marca, mas vejo que muitos colecionadores apreciam essas edições especiais. Portanto, provavelmente essas edições extraordinárias e regionalizadas dariam um retorno interessante para a Mattel e suas parceiras.
      Beijo a todos!

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